1. O Estado deve adoptar a linha de Menos Estado, Melhor Estado. As suas despesas devem ser reduzidas a um mínimo essencial.
2. O Estado deve cuidar apenas da legislação, da protecção, da justiça e da fiscalização eficaz.
3. O Estado deve abandonar a sua participação em empresas. Deve entregar todo o sector empresarial à Sociedade Civil, incentivando a criação de projectos sociais, inseridos no Terceiro Sector, sem fins lucrativos, discriminando-os pela positiva.
4. O Estado deve incentivar a livre concorrência impedindo a existência de monopólios que ameacem as liberdades e garantias dos seus cidadãos.
5. O Estado deve tomar posse administrativa de todos os terrenos abandonados há mais de 30 anos, sem proprietário conhecido e depois de efectuadas todas as diligências para encontrar os mesmos. Esses terrenos, que nunca poderão ser vendidos, serão alugados a quem quiser sair das cidades e passar a cuidar da sua exploração agrícola. Esta medida destina-se a aproveitar a terra abandonada, a aliviar a pressão populacional existente nas grandes cidades e a encontrar actividades de subsistência alternativas.
6. O Estado deve criar um IRC único nacional, baixo, simples, de forma a atrair empresas de todo o mundo que deverão criar, como única contrapartida, pelo menos um emprego.
7. O Estado deve ser justo, eficaz, atrair os seus cidadãos, estimular a criatividade, elevar os níveis de felicidade e punir a corrupção.





